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Havia uma senhora, que estava no aeroporto aguardando dar a hora de seu embarque. Neste período até o embarque, ela sentiu fome, percebeu que só tinha o valor de um pacote de biscoito. Após comprar este biscoito ficou com o dinheiro contado para retornar a seu lar. Voltando do magazine, ela se acomodou em uma poltrona na sala de espera e ficou. Alguns minutos depois, sentou ao lado dela um senhor. Alguns minutos se passaram e ele pegou um pacote de biscoito e começou a comer. A mulher ficou indignada, pois não acreditava na cara de pau daquele senhor, que abriu seu pacote de biscoito sem pedir e começou a comê-lo. Ela logo em seguida pegou um biscoito também e começou a sequência, ele pegava um biscoito do pacote e comia, e ela também pegava um biscoito do pacote e comia, porém indignada de ver a cara de pau daquele senhor em comer o pacote de biscoito que “Ela” comprou. Em seus pensamentos ela o xingava e se sentia indignada com a situação. Até que chegou ao último biscoito, ela o encarou bem e pensou: Só quero ver o que este homem fará, só falta ele comer meu último biscoito. O homem enfiou a mão no pacote, pegou o último biscoito, quebrou no meio, deu metade para a senhora e a outra metade ele comeu. Enfim chegou a hora de embarcar. Ela pegou suas malas e foi “indignada mesmo” com a situação. Quando entrou no avião estava se ajeitando quando chegou alguém que iria sentar a seu lado. Ela pegou sua bolsa e notou que o “pacote de biscoito que ela havia comprado estava guardado na bolsa dela”. Em suma: Durante o tempo todo ela estava comendo do pacote de biscoito que o homem havia comprado. Enquanto ela o julgava e o condenava mentalmente, ele repartia do que poderia ser seu último pacote de biscoito, e quando ele viu que era o último biscoito do pacote, ele ainda dividiu com ela.

Quantas vezes nós julgamos as pessoas achando que na situação nós é quem estamos certos, quando na realidade a situação é totalmente o contrário. Que não nos entreguemos a julgamentos, pois imperfeitos somos também.