Livro “Orfandades”

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OrfandadesEscrito pelo Padre Fábio de Melo, “Orfandades” é um livro que trás uma coletânea de histórias curtas e comoventes, muitas vezes até divertidas, que tratam das mais diversas formas de orfandade, buscando mostrar o quanto sofremos e o quanto nos tornamos vítimas da dor provocada pelas ausências que enfrentamos pela vida. Através de personagens e lugares erigidos Try our fantastic casino games and see if you have the magic touch to turn your play into a win. com os recursos da palavra a obra se desdobra pelos misteriosos territórios da solidão, o desamparo existencial do qual nenhuma outra presença pode nos livrar.

Radicado no ofício de conhecer de perto as dores do mundo, Padre Fábio de Melo envolve-se num contexto de tramas surpreendentes, fazendo com que o leitor chore, pense e sorria. Mostrando quanto sofrimento o ser humano pode passar por causa da ausência de pessoas, coisas ou lugares que nos deixariam felizes e protegido.

No livro, Pe. Fabio de Melo explora a delicada condição humana e mostra o quanto somos dependentes dos outros. Com uma narrativa envolvente, o autor nos convida a uma aventura literária que investiga a crueldade e os avessos dos sentimentos humanos.

Pense nisso

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Pense nisso

Texto de Mario Quintana

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“As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui para satisfazer as delas. Temos que nos bastar, nos bastar sempre, e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém. As pessoas não se precisam, elas se completam, não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.”

Texto de Mario Quintana
(Mario Quintana)

Resumo da Semana Comentários desativados em Resumo da Semana

De 28/01 a 03/02

Aprendi

Contra a guerra

Felicidade

Livro “A arte da guerra”

Tudo pode mudar

 

Tudo pode mudar

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Tudo pode mudar

Livro “A Arte da Guerra”

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A Arte da GuerraO livro “A Arte da Guerra” é um livro milenar, escrito pelo general chinês Sun Tzu (544 – 496 a.C.). O famoso livro é um legado do militar, escrito com a finalidade de passar seus conhecimentos de guerra, um tratado que foi testado pelo próprio imperador. Leitura obrigatória no exército soviético e fonte de inspiração de Napoleão Bonaparte, segundo reza a lenda, o livro é um “guia prático” de 122 páginas sobre a guerra, na forma como era praticada há mais de 2.000 anos.

Utilizado em treinamentos no mundo todo, “A Arte da Guerra” ganhou fama com analogias recentes com o dia-a-dia empresarial, a competição por mercados e a lógica capitalista de concorrência. É uma leitura ilustrativa que apresenta muitas boas ideias sobre como se comportar no campo de batalha, principalmente quando o fracasso representava perder a própria vida – diferentemente do fracasso empresarial.

Muitos dos pesquisadores e historiadores já chegaram a negar existência histórica de Sun Tzu, assim como negam Homero, Pitágoras, Lao-Tsé e o próprio Jesus Cristo. Historicamente falando, não existe nenhuma biografia linear de Sun Tzu, com início, meio e fim. O que existe são concisas narrações de alguns fatos de sua vida, além de um livro, escrito séculos depois de sua morte, relatando fatos isolados da sua vida, como se fosse recortes de jornal.

Apesar das muitas especulações sobre a sua vida e existência, o livro “A arte da Guerra” é de uma importância única nos escritos militares e estratégicos de toda a história da humanidade. Segundo especialistas, apenas Carl von Clausewitz se pode comparar, mas a Arte da guerra é de longe mais acessível à leitura. Mais do que um livro militar, a Arte da Guerra é um livro filosófico.

Felicidade

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Felicidade

Contra a guerra Comentários desativados em Contra a guerra

Um militar, veterano de guerra, discursa sobre como se sente em relação a seu trabalho, mostrando o outro lado da guerra.

Aprendi

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Aprendi que se aprende errando;
Que crescer não significa fazer aniversário;
Que o silêncio é a melhor resposta quando se ouve uma bobagem;
Que trabalhar não significa ganhar dinheiro;
Que amigos a gente conquista mostrando o que somos;
Que os verdadeiros amigos sempre ficam com você até o fim;
Que a maldade pode se esconder atrás de uma linda face;
Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela;
Que quando penso saber de tudo, ainda não aprendi nada;
Que a natureza é uma das coisas mais belas do mundo;
Que amar significa se dar por inteiro;
Que um só dia pode ser mais importante que muitos anos;
Que se pode conversar com as estrelas;
Que se pode fazer confidências com a lua;
Que se pode viajar além do infinito;
Que ouvir uma palavra de carinho faz bem a saúde;
Que sonhar é preciso;
Que se deve ser criança a vida toda;
Que nossa alma é livre;
Que o que realmente importa é a paz interior;
Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçaram.
Aprendi que não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem.
Aprendi que saber ganhar a vida não é a mesma coisa que saber vivê-la.
Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance.
Aprendi que viver não é só receber, é também dar.
Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no trabalho, procurando fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo.
Aprendi que sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto.
Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros.
Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém.
As pessoas gostam de um toque humano – segurar na mão, receber um abraço afetuoso ou simplesmente um tapinha amigável nas costas.
Aprendi que ainda tenho muito que aprender.
As pessoas se esquecerão do que você disse…
Esquecerão o que você fez… Mas nunca esquecerão de como você as tratou.
E finalmente aprendi que não se pode morrer para aprender a viver!

Aprendi

Resumo da Semana Comentários desativados em Resumo da Semana

De 21/01 a 27/01

O sentido da vida

Não importa onde

Livro “Qual é a tua obra?”

Cuidado com o medo

 

Cuidado com o medo

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Cuidado com Vi er  <a href=online casino med alle svarene du skulle trenge. o medo” src=”http://www.circulodobem.com/wp-content/uploads/2013/01/603165_585825734777149_110808750_n.jpg” width=”960″ height=”720″ />

Livro “Qual é a tua obra?”

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Qual é a tua obra?Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética

Mario Sérgio Cortella é filósofo, professor da PUC-SP e conferencista. É conhecido por seus livros “Não Espere Pelo Epitáfio”, que tem um título bastante sugestivo, e “Não Nascemos Prontos”. Ao contrário do que pode parecer, ele não se encaixa na definição clássica de “auto-ajuda”, mas foi a seção onde encontrei este seu livro, recém lançado.

O livro não é dirigido a nenhum público específico, se aplica a qualquer pessoa que queira refletir um pouco sobre os valores do mundo contemporâneo, os dilemas éticos da vida corporativa e as questões práticas que envolvem trabalho e realização pessoal/profissional.

O ponto de vista original do autor é baseado na filosofia, mas nada que surpreenda um leitor desavisado. Cortella não se perde em divagações filosóficas viajandísticas, usa a filosofia apenas como linha-guia para discorrer diversos textos sobre gestão, liderança e ética. Cada um destes temas tem sub-textos, cada um abordando um aspecto: administração do tempo, gestão da mudança, comportamento social, trabalho e vida pessoal, entre outros.

Sobre o tema trabalho e vida pessoal Cortella é enfático: não existe separação, ambos interagem e se complementam, ninguém pode se sentir completo separando “dois mundos”. Em meio ao seu texto, é possível encontrar citações à fábulas e interpretações de historietas que são comuns em treinamentos no mundo corporativo: ordenar o que é importante e o que é urgente, separar o que é essencial do que é fundamental, o lado bom de não saber, um grande passado pela frente e outros textos que circulam e vez por outra vem parar na nossa caixa postal, nem sempre atribuídos ao autor correto.

Sem oferecer soluções prontas e fórmulas do sucesso, Cortella costura um raciocínio inteligente, com jeitão de bom professor, daqueles com quem a gente gosta de almoçar junto e estender a aula sempre um pouquinho mais.

O resumo do livro é simples: “Qual é a tua obra?” é um livro para quem é ou está inquieto.

Não importa onde

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Não importa onde

O sentido da vida

O sentido da vida 2

“Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”

O sentido da vida

(Cora Coralina)

Resumo da Semana Comentários desativados em Resumo da Semana

De 14/01 a 20/01

Não se sinta inferior

Pelo que você vive?

Abrir mão

Livro “Rápido e devagar”

Preconceituosos são menos inteligentes, aponta estudo

Amar é respeitar as diferenças

Amar é respeitar as diferenças

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“Amar alguém é viver o exercício constante, de não querer fazer do outro o que a gente gostaria que ele fosse. A experiência de amar e ser amado é online casino acima de tudo a experiência do respeito. “

Amar é respeitar as diferenças

(Pe. Fabio de Melo)

Preconceituosos são menos inteligentes, aponta estudo Comentários desativados em Preconceituosos são menos inteligentes, aponta estudo

Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito... de Albert Einstein

Um estudo feito pela Universidade de Ontario, no Canadá, parece ser bastante provocador. A pesquisa chegou à conclusão de que pessoas menos inteligentes – sim, isso é um eufemismo – são mais conservadoras, preconceituosas e racistas.

O estudo revela que crianças com baixo QI estão mais dispostas a realizar atitudes preconceituosas quando se tornarem adultas. A pesquisa foi publicada na revista Psychological Science.

A descoberta aponta para um ciclo vicioso, em que esses adultos com pouca inteligência ‘orbitam’ em torno de ideologias socialmente conservadoras, resistentes à mudança e que, por sua vez, geram o preconceito.

As pessoas menos inteligentes seriam atraídas por ideologias conservadoras, segundo o estudo, porque oferecem ‘estrutura e ordem’, o que dá um certo ‘conforto’ para entender um mundo cada vez mais complicado.

“Infelizmente, muitos desses recursos também podem contribuir para o preconceito”, disse Gordon Hodson, pesquisador chefe do estudo, ao site Live Science.

Ele salientou ainda que, apesar da conclusão, o resultado não significa que todos os liberais são ‘brilhantes’ e nem que todos os conservadores são ‘estúpidos’. A pesquisa é um estudo de médias de grandes grupos, disse Gordon Hodson.

Por isso é que é tão bom ter o coração aberto para o mundo!

Livro “Rápido e Devagar”

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Rápido e DevagarEscrito pelo ganhador do Prêmio Nobel de Economia, o psicólogo palestino Daniel Kahneman, “Rápido e Devagar” é um livro que explica uma das teorias de Kahneman, a qual se apresenta como um impacto ao campo da psicologia, pois segundo esta ideia, o pensamento deve ser separado em duas diferentes vertentes, o pensamento rápido e o pensamento vagaroso.

Segundo Daniel Kahneman, o ser humano não é ao todo um animal racional, pois há muito de emocional e intuitivo em toda ação por ele tomada, nesta premissa, Kahneman explica como a separação de pensamentos rápido e devagar se dá. O pensamento rápido é aquele sensorial e emocional, que age de forma as vezes impensada, já o pensamento vagaroso é aquele lógico, ponderado e que possui o hábito de analisar cada situação independente do resto.

Um livro persuasivo e com conceitos detalhados, “Rápido e Devagar” é uma obra que revela novos pontos de vistas ao leitor e consegue convencê-lo de modo válido quanto as suas explicações. Definitivamente, a obra é uma das melhores de Daniel Kahneman.

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Pelo que você vive? Comentários desativados em Pelo que você vive?

Você já parou pra pensar o que te leva a continuar vivendo? Alguém, alguma coisa. Deve haver um motivo que te faça querer viver. Pelo que você vive?